sexta-feira, 22 de junho de 2012

Dados dos pensamentos verdes

20% do vertebrados estão ameaçados;
45%  até 2050 45% da população mundial não terá porçao mínima de água;
10% do PIB é gasto com efeitos ambientais;
13 Bilhões de resíduos urbanos será liberado até 2050.
25% do lixo somente é reciclado atualmente
4º C mais quente ate 2100, agravando a seca e inundações

Os objetivos do milenio - ainda pensando verde

O que são os objetivos para o milênio?

Também conhecidos como "8 Jeitos de Mudar o Mundo", os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) são um conjunto de metas pactuadas pelos governos dos 191 países-membros da ONU com a finalidade de tornar o mundo um lugar mais justo, solidário e melhor para se viver


Por vários autores
Revista Vida Simples - 08/2008
 

O compromisso foi firmado durante a Cúpula do Milênio, em setembro de 2000, após uma análise dos maiores problemas globais, e prevê um conjunto de oito macroobjetivos (voltados basicamente para as áreas de saúde, renda, educação e sustentabilidade) a serem alcançados pelas nações até 2015. São eles:
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1. Reduzir pela metade o número de pessoas que vivem na miséria
e passam fome. Cerca de 980 milhões de pessoas no mundo vivem
com menos de 1 dólar por dia. Algumas ações sugeridas são o apoio
à agricultura familiar, a programas de educação e projetos de merenda
escolar.
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2. Educação básica de qualidade para todos. Cento e treze milhões
de crianças ainda não freqüentam a escola no mundo. Fornecer
material didático gratuitamente e capacitar professores fazem parte
das iniciativas adotadas pelos governos.
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3. Igualdade entre os sexos e mais autonomia para as mulheres.
Dois terços dos analfabetos são mulheres. A ONU sugere projetos
de capacitação e melhoria da qualificação profissional feminina e a
criação de oportunidades de inserção das mulheres no mercado de
trabalho.
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4. Redução da mortalidade infantil. A cada ano, 11 milhões de bebês
morrem de causas diversas. Investimento em saneamento básico,
estímulo ao aleitamento materno e campanhas de esclarecimento
sobre higiene pessoal e sanitária são algumas das medidas propostas.
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5. Melhoria da saúde materna. Nos países pobres e em desenvolvimento,
a cada 48 partos uma mãe morre. As ações passam por iniciativas comunitárias
de atendimento à gestante, no pré e pós-parto, e por programas de apoio à saúde
da mulher.
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6. Combate a epidemias e doenças. A cada dia, 6800 pessoas são
infectadas pelo vírus HIV. A cada ano, 2 milhões de pessoas morrem
de tuberculose e 1 milhão, de malária. Distribuição gratuita de remédios
e campanhas de vacinação estão entre as propostas.
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7. Garantia da sustentabilidade ambiental. Os governos apostam em
programas de coleta seletiva e reciclagem, no suporte a projetos de
pesquisa na área ambiental e no estímulo a práticas sustentáveis,
divulgadas em empresas, escolas e comunidades.
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8. Estabelecer parcerias mundiais para o desenvolvimento. O intuito é
diminuir a desigualdade entre os países. Apoio à capacitação profissional
de jovens de baixa renda, mobilização de voluntários na área da educação
e estímulo a projetos voltados ao empreendedorismo estão entre as ações.
Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM)
* por Yuri Vasconcelos, Liane Alves, Elisa Correa
Ilustrações Adriana Leão

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_293669.shtml 

Algumas ideias verdes - Rio+20

Abro a revista época de 18 de Junho de 2012 e vejo um entrevista do secretário -geral adjunto da ONU Carlos Lopes sobre a Rio+20. Destaco alguns pontos sujestivos de sua entrevista;
1. Precisamos de um novo contrato social para o seculo XXI, citando Rousseu.
2. Desenvolvimento sustentável está apoiado em três ideias principal que evoluiram na história. i) Desenvolvimento econômico; ii) igualdade e distribuição da riqueza e; iii) preocupação com os recursos do pleneta.
3. "A verdadeira tranformaçao será quando virmos a economia como sendo o ponto principal da transformação. O ideal é que uma econoia verde aposte na inovação e na tranformação dos métodos econômicos para que sejam mais sutentáveis e mais humanos" p.60
4. As zonas mais críticas do planeta é a África, coencidetemente o continente que mais cresce (5,8%); hoje possuem 1 bilhão de pessoas, até o final do seculo serão 2 bilhões; possuem conflitos profundo no Shael ao Saara e no vale Rift; o PIB passara as ser menos rural e; a Africa possui as maiores terras arraveis do planeta.
5. O Brasil ainda não é líder ambiental a ser seguido.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O foco sempre

Hoje somos 7 bilhões de pessoas no mundo, até 1968 éramos somente 3,5 bilhões de pessoas, isto significa que quando um sujeito de pouco mais de 50 anos era jovem, ele tinha simplesmente a metade da concorência. Por si só isto não é um dado alarmante se o mundo nao tivesse encolhido. Sim, o mundo encolheu e tornou-se plano, em decorrência as mudanças que ocorrem. Esta concorrência agregada a voracidade do mundo capitalista deixa os jovens, e de forma geral todas as pessoas, tendo que dar o  seu melhor a toda hora.Existe pessoas que conseguem manter o foco sempre, enquanto que algumas pessoas se disperçam muito na vida, com coisas futeis. Os gênios mantem o foco sempre... e isso é tão difícil pra nos meros mortais....

segunda-feira, 18 de junho de 2012

domingo, 17 de junho de 2012

Coisas de um domingo a noite...

Talvez o fim e começo de todas as reflexões, das coisas que fizemos na vida seja a busca para a explicação do próprio Eu. Por isso a pergunta filosófica inevitável é "Quem sou eu?".  Assim dita esta pergunta sempre parece exteril, porque poucas pessoas vão de fato perguntar-se sobre algo que parece tão óbvio. De fato a filosofia tem disso, aburdamente simples e simultaneamente tão enigmática, como a vida. A vida por vezes parece absurdamente simples, na simplicidade do sorriso de uma criança ou no jesto simples de um sorriso, fazemos pessoas felizes; por outro lado complicamos as vezes o que é simples, muito simples. Li outro dia que casais se separam pela forma como usam o creme dental. Essa é a vida... ridicula e maravilhosa, depende de como a encaramos.

ainda sobre gobalização


Uma das características do que chamo de "modernidade sólida" era que as maiores ameaças para a existência humana eram muito mais óbvias. Os perigos eram reais, palpáveis, e não havia muito mistério sobre o que fazer para neutralizá-los ou, ao menos, aliviá-los. Era óbvio, por exemplo, que alimento, e só alimento, era o remédio para a fome.
Os riscos de hoje são de outra ordem, não se pode sentir ou tocar muitos deles, apesar de estarmos todos expostos, em algum grau, a suas consequências. Não podemos, por exemplo, cheirar, ouvir, ver ou tocar as condições climáticas que gradativamente, mas sem trégua, estão se deteriorando. O mesmo acontece com os níveis de radiação e de poluição, a diminuição das matérias-primas e das fontes de energia não renováveis, e os processos de globalização sem controle político ou ético, que solapam as bases de nossa existência e sobrecarregam a vida dos indivíduos com um grau de incerteza e ansiedade sem precedentes.
Diferentemente dos perigos antigos, os riscos que envolvem a condição humana no mundo das dependências globais podem não só deixar de ser notados, mas também deixar de ser minimizados mesmo quando notados. As ações necessárias para exterminar ou limitar os riscos podem ser desviadas das verdadeiras fontes do perigo e canalizadas para alvos errados. Quando a complexidade da situação é descartada, fica fácil apontar para aquilo que está mais à mão como causa das incertezas e das ansiedades modernas. Veja, por exemplo, o caso das manifestações contra imigrantes que ocorrem na Europa. Vistos como "o inimigo" próximo, eles são apontados como os culpados pelas frustrações da sociedade, como aqueles que põem obstáculos aos projetos de vida dos demais cidadãos. A noção de "solicitante de asilo" adquire, assim, uma conotação negativa, ao mesmo tempo em que as leis que regem a imigração e a naturalização se tornam mais restritivas, e a promessa de construção de "centros de detenção" para estrangeiros confere vantagens eleitorais a plataformas políticas.
Para confrontar sua condição existencial e enfrentar seus desafios, a humanidade precisa se colocar acima dos dados da experiência a que tem acesso como indivíduo. Ou seja, a percepção individual, para ser ampliada, necessita da assistência de intérpretes munidos com dados não amplamente disponíveis à experiência individual. E a Sociologia, como parte integrante desse processo interpretativo — um processo que, cumpre lembrar, está em andamento e é permanentemente inconclusivo —, constitui um empenho constante para ampliar os horizontes cognitivos dos indivíduos e uma voz potencialmente poderosa nesse diálogo sem fim com a condição humana.
PALLARES-BURKE, Maria Lúcia Garcia. Entrevista com Zigmunt Bauman. Tempo soc. [online]. 2004

Cenário Mundial


Crise internacional terá efeito pelos próximos dois anos, diz Tombini
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta terça-feira (12) que a crise internacional trará volatilidade aos mercados e crescimento abaixo do esperado para a economia global pelos próximos dois anos.
"Nosso cenário básico é que teremos, ao longo dos próximos dois anos, volatilidade dos mercados internacionais e crescimento abaixo do que se esperava", declarou Tombini, durante audiência pública na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), no Senado Federal.
A expectativa é que a economia global cresça somente 2,3% neste ano, abaixo dos quase 3% esperados pelo mercado no final do ano passado.
O presidente do BC ressaltou que, do início deste ano para cá, a economia européia teve uma "recaída" na crise por conta da dívida grega e dos recentes questionamentos sobre o sistema financeiro na Espanha.
O PIB (Produto Interno Bruto) da União Europeia deve cair 0,35% neste ano, lembrou Tombini, e crescer 1% no ano que vem.
No caso dos EUA, ele afirmou que a perspectiva é de expansão "moderada". "A economia americana não crescerá mais a 3%, 3,5% ao ano, mas sim na faixa dos 2% a 2,5% ao ano. Mas está ocorrendo uma recuperação."
Sobre a China, a visão é que, a despeito da desaceleração do crescimento do país asiático (a meta é de crescimento de 7,5% neste ano), haverá uma transição suave. "A China tem capacidade de coordenar e administrar um pouso suave da sua economia. Ela tem instrumentos para tanto."

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